08 • janeiro • 2018

Carta da Editora: A Empatia é Revolucionária – Nosso Manifesto


Eu era apenas uma adolescente aluna da rede pública de ensino do Estado paulista, no final do milênio passado, quando soube que as previsões a respeito do futuro não eram das melhores. Uma visita do Instituto Akatu na sala de aula me colocou cara a cara com a verdade. Me lembro que a aquela mulher semeadora – da qual não me lembro o nome, mas que guardo memória, ainda que vagamente – foi bastante enfática. De suas palavras me lembro bem: “Estamos no limite. E nos anos 2000 o consumo será maior do que o Planeta é capaz de suportar…”

2018… Aqui estamos nós. A previsão se cumpriu. Segundo dados do mesmo instituto, consumimos atualmente 60% de recursos naturais a mais do que o Planeta Terra é capaz de regenerar. Atualmente 16% da população mundial é responsável por 78% do consumo total em todo o mundo. E para 2050, a estimativa é que a população atinja a marca de 9,7 bilhões de habitantes. Não tenho dúvida de que aquela semente desabrochou aqui dentro.

Mas, sem rodeios e de volta ao Planeta, vale lembrar que hoje somos 7 bilhões. Portanto, uma coisa da qual acredito que precisamos com urgência é de #Empatia.  Isso muda o jogo. Acredito que somos o resultado de nossas escolhas. E somos sementes capazes de fazer surgir dias melhores. Quer saber como? Então, que tal começar olhando para si mesmo e para o outro com amor, respeito e sensibilidade?

Em 2017, avançamos em nossas causas. Mas não o suficiente. Para 2018 a previsão é continuarmos falando com afinco sobre tudo o que nos orgulhamos de pautar. Há tantas histórias inspiradoras e tantos projetos plantando sementes dos quais queremos falar. E assim o faremos. E ficamos na torcida pra que você que nos lê também compartilhe com todos a sua volta sobre novos conceitos, novas formas de consumo, novas formas de se ver e amar. Então, se prepare, porque este ano temos planos e queremos semear…

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Foto: Google Imagens

Vamos tirar do papel nossos projetos. Vamos fazer o que está a nosso alcance. Não vou negar que não há dias que bate o medo. Afinal, somos milhões e milhões. E é gente demais para tocar, para conscientizar. Mas se formos, além de sementes, multiplicadores a favor da informação, quem aqui se atreve mensurar quantas pessoas teremos a chance de falar, não é mesmo? Acredito que muitas. Por isso, contamos com você. Seja para sugerir pautas, indicar histórias inspiradoras. Seja as compartilhando, curtindo comentando. Seja nos dando bronca. Porque queremos sim dar ouvidos tanto quanto esperamos dar voz. Pra começar, compartilho o nosso manifesto – porque a #EmpatiaÉRevolucionária!

A empatia é revolucionária!

NOSSO MANIFESTO

Um planeta e sete bilhões de habitantes. Você já parou para pensar o que faz aqui? Nós nos questionamentos a respeito o tempo todo. E cremos que não estamos aqui por acaso e a passeio. Todos os nossos passos, nossas ações, sentimentos, sensações, absolutamente tudo o que nos envolve, tudo o que fazemos tem sim consequência em larga escala. Toda ação leva a uma reação – já dizia Isaac Newton. Então, que tipo de reação provocar?

Acreditamos sim que somos todos incríveis. Eu. Você. Nós. Sete bilhões de pessoas!

E o que nos diferencia? Façamos o seguinte: Esqueçamos os oceanos e as demarcações geográficas. Deixemos de lado questões sociais, econômicas, políticas, religiosas, culturais e raciais.

E então? Pensemos então no que nos sobra. O que nos sobra é o Planeta Terra.

Pronto. Consegue enxergar o quanto somos iguais?

Então, neste caso, podemos supor que o que nos diferencia é a maneira como lidamos com o interior e o exterior em nós. Agora, respire. E reflita: como anda seu amor próprio? Como anda seu olhar em relação ao outro? Que caminho escolhe seguir hoje no que diz respeito a você e a todos nós?

Nosso movimento diz respeito ao íntimo sim, mas principalmente ao coletivo.

Sim. Somos otimistas. Acreditamos em dias melhores, em seres humanos melhores, em um mundo melhor. Escolhemos pertencer ao mundo onde nos tem sido permitido estar.

Decidimos semear, conectar e multiplicar. Ai está o nosso propósito. A razão de nossa existência.

O que esperamos com tudo o que nos propomos é colher. É claro!

Queremos colher  dias em que  ser  sustentável não signifique mais ser nicho e sim a mais completa e valorosa realidade de toda a sociedade.

Queremos colher dias em que ser quem somos,  o que somos,  e como somos, seja algo relevante pela razão de sermos incríveis exatamente como somos.

Queremos  colher  dias  a  partir  dos  quais  diariamente  nos   enxerguemos  com  amor,  de  forma  que nosso único e real padrão de beleza seja exclusivamente o amor próprio.

Queremos   colher    dias    em   que  a  empatia  – que sim, é revolucionária –   seja  o  símbolo   máximo   de   uma humanidade conectada sim com o futuro, mas com a sensibilidade de nossos ancestrais.

Não só queremos, como sabemos que sim,  nós podemos. Desde que estejamos juntos. Estamos aqui para provocar, inspirar,  fazer refletir,  e acima de tudo,  incentivar  novos  caminhos, novos entendimentos,  novas ações. E então, você vem com a gente?

Feliz Dia Novo para cada dia de 2018.

E que este ano sejamos todos revolucionários. Que sejamos amor!

Um beijo,

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