23 • julho • 2018

Você conhece a plataforma de conteúdo de moda do Google “We Wear Culture”?


Você conhece a plataforma We Wear Culture? Se sua resposta for não. Pare o que está fazendo agora para viver uma enriquecedora experiência. Caso já conheça, vale a pena ver de novo. Há um ano no ar, o projeto que é iniciativa do Google une a arte, a história e a erudição da moda de todo o mundo em um único lugar.

Acessar a plataforma é a maneira mais fácil de viajar e visitar itens de mais de 180 museus, instituições, escolas e arquivos de cidades como Madri, na Espanha, Londres, na Inglaterra, e Paris na França. Ao todo, estão representados 42 países, entre eles o Brasil.

We Wear Culture mostra como a moda está presente na nossa sociedade e como a diva brasileira Carmen Miranda fez populares os sapatos de plataforma em 1930. Mas não é só isso. A plataforma não só aproxima “ícones e marcadores de tendências como Coco Chanel, Cristóbal Balenciaga, Yves Saint Laurent e Vivienne Westwood ou revela como as gravatas floridas se transformaram em um item de alta moda desde uma loja na londrina na Carnaby Street, mas mostra o trabalho artesão com um nível de detalhes sem precedentes.

Entre os conteúdos mais destacados do projeto estão as imagens de 105 tecidos do costureiro Mariano Fortuny e a retrospectiva “Cristóbal Balenciaga: os primeiros anos”, realizada por causa da comemoração da abertura da primeira loja homônima em San Sebastián e o 80° aniversário do seu estabelecimento em Paris.

Foto: Reprodução We Wear Culture

Com uma tecnologia de vanguarda, chega-se ao vestido preto de Chanel que fez com que fosse aceitável que as mulheres vestissem preto em qualquer ocasião (Musée dês Arts Décoratifs, Paris, 1925) ou os sapatos vermelhos de salto de Marilyn Monroe, que se transformaram em uma expressão de empoderamento, sucesso e sensualidade para as mulheres (Museu Salvatore Ferragamo de Florença, Itália, 1959).

Peças icônicas que mudaram a forma de vestir de gerações inteiras e que ganham vida na realidade virtual. Entre elas, a saia e camisetas da Comme dês Garçons com as quais Rei Kawakubo conseguiu que a estética e artesanato próprios do desenho japonês tivesse um lugar no palco global da moda (Kyoto Costume Institute, Kyoto, Japão, 1983).

Ou o espartilho de Vivienne Westwood, a peculiar visão da desenhista sobre um dos itens mais controversos da história (Victoria and Albert Museum, Londres, 1990).

A ‘biblioteca virtual’ soma cerca de 450 exibições virtuais que compartilham mais de 30 mil fotos e vídeos, entre outros documentos. Narra as histórias dos itens desde a antiga Rota da Seda até o punk britânico. Passa pelo surgimento do jeans como roupa de trabalho das minas e sua evolução como ícone da alta costura. Além de promover experiências de realidade virtual com peças icônicas do mundo fashion.

Questões como as mudanças sociais e de comportamento ao longo do tempo também são destaque da plataforma. E com um clique você pode conhecer “as histórias por trás do que vestimos” ou a “história das origens”.

Se engana quem pensa que uma passadinha rápida pelo conteúdo seja suficiente. Vale mesmo reservar algumas horas para navegar e conhecer com profundidade o acervo.

Disponível gratuitamente no g.co/wewearculture, We Wear Culture também pode ser baixado na versão App do Google Arts & Culture no Android e iOS.

Com informações da Agência EFE




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