Arquivos As Colunistas — Página 4 de 7 — Moda Sem Crise
16 • dezembro • 2016

Procuram-se leitores. Onde? Em cada um de nós!


LADO B – Eu costumo dizer que não há quem não goste de ler, existem apenas algumas pessoas que ainda não descobriram seu tipo de leitura preferida. E eu, viciada em livros, adoro ajudar aos amigos a descobrir o tipo de história que será capaz de despertar um novo leitor! As opções estão cada dia mais variadas: romances clássicos, literatura moderna, terror, juvenil, fantástica, chick lit, bibliografias e por ai vai… Qual é o seu preferido? Continue lendo


14 • dezembro • 2016

Sonho de uma noite de Natal (ou Salada de Bacalhau)


MESA CORRIDA – Essa noite sonhei com saudade. Com a melancolia que a ausência causa e a dor pelo que se perde. Com a nostalgia de um tempo vivido. Saudade da madrugada animada, da mesa posta com comida farta, que alimentava dois ou dez. Da música, ora romântica, ora dançante, que vinha da pequena vitrola. Das velas acesas só para compor o ambiente, que já estava suficientemente iluminado pelo lustre central. Continue lendo


05 • dezembro • 2016

Eu, Marília e Dirceu


CAUSE MARIA – Sou assumidamente romântica, do tipo que lê e escreve poesias, que viaja nas histórias dos filmes e livros e que por muitas vezes sonhou em vivê-las. Quando eu tinha uns 14 anos e estava no ensino médio, tivemos como exercício de literatura, ler e fazer uma resenha sobre o livro “A Ladeira da Saudade” de Ganymédes José. O romance relata um amor adolescente cheio de barreiras sociais e raciais entre Lília (Marília) e Dirceu, tendo como cenário a cidade de Ouro Preto (MG).

Inicialmente, para mim, apenas um exercício escolar, mas aos poucos lá estava eu, acompanhando de perto o drama dos personagens que se misturava com a arte e história local. Lendo o romance, caminhei mentalmente pelas ruas de Ouro Preto e presenciei as obras de Aleijadinho e Manuel da Costa Ataíde, subi e desci as ladeiras de pedra e suspirei com a trajetória de Lília e Dirceu. Continue lendo


30 • novembro • 2016

Filosofia de cozinha (e de vida)


MESA CORRIDA – Uma das melhores sobremesas que eu comi até hoje foi uma goiabada, num dos restaurantes mais concorridos da pequena Tiradentes, em Minas Gerais. O doce era empanado com castanhas de caju e frito na manteiga, servido sobre uma caminha de requeijão e, ao lado, sorvete de goiaba para acompanhar.  O chef criador foi extremamente feliz na combinação de sabores e texturas. Mas, certamente, a receita não teria sucesso se não fosse a perfeição da estrela do prato, a goiabada: sabor evidente da fruta, adoçada na medida, lisinha, e no ponto certo para corte. Continue lendo


29 • novembro • 2016

Arrume seu guarda-roupa antes de arrumar a Árvore de Natal


LADO B – Não há como fugir do calendário! As músicas natalinas já estão tocando, os amigos secretos já foram sorteados e está na hora de enfeitar a casa para a chegada do bom velhinho. Mesmo deixando de lado o apelo comercial da data e todas as suas consequências, é difícil fugir das comemorações de fim de ano. Mas, antes de travar a guerra anual para desembolar o pisca-pisca, que tal faxinar seu armário?

Esse é um hábito que trago da infância. Minha mãe (beijo mãe) todo o final de ano, assim que se encerrava o período escolar, fazia eu e meu irmão retirarmos todas as roupas do armário, (re)dobrar e separar tudo que não cabia mais na gente e que já estávamos há muito tempo sem usar. Continue lendo


22 • novembro • 2016

A Garota no Trem e a culpa nossa de cada dia


LADO B – Eu adoro um bom livro de suspense! E nos últimos dias, vi e ouvi muitos comentários sobre o filme “A Garota no Trem”, que está em cartaz nos cinemas brazucas. Apesar de não ter assistido ao filme ainda, considero a história uma das melhores que eu li em 2015 e fico muito feliz de ver que muitas pessoas estão lendo o suspense escrito por Paula Hawkins, um thriller que chama atenção para relacionamentos abusivos, alcoolismo e depressão.

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Pôster do Filme “A Garota do Trem” – Google Imagens

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20 • novembro • 2016

E 27 miomas uterinos depois posso escolher se quero ser mãe


CAUSE MARIA – Nunca fui uma pessoa que se dedicou a exames preventivos ou a visitas constantes a médicos. Por ter iniciado a vida sexual bem tarde, também tive poucas passagens por ginecologista, sempre com exames básicos como o papanicolau, mas nada além disso. Sentia cólicas menstruais, mas também nunca me preocupei em investigá-las. Um remedinho resolvia e estava tudo certo. Continue lendo


19 • novembro • 2016

Ame-se


ARTIGO – Autoestima parece ter se tornado a palavra mágica que tornará qualquer coisa possível. Mas autoestima não se ensina em curso nem se aprende em livro, por mais que as ofertas destes se multipliquem. Pelo simples detalhe de que ela vem de dentro, precisa ser desenvolvida por cada um. Não há receita, o que está sendo oferecido são informações para que cada pessoa se aprimore. Quando se pretende adquirir autoestima de fora para dentro, preocupando-se apenas com o comportamento que a manifesta, não há mudança nem conquista. Autoestima não se veste na moda, não segue modelos, não usa cabelos ou adereços do ídolo do momento. Autoestima se autoinventa, se constrói. Continue lendo


17 • novembro • 2016

Temos um tempo para tudo?


FATOS E DEVANEIOS – Quando eu era criança, um casal de vizinhos com gostos completamente diferentes dos da minha mãe me emprestava CDs de cantores e bandas que nunca eram ouvidos em casa. Quando peguei o do Renato Russo, com músicas em italiano, fiquei encantada e o ouvi por dias e dias. Já o do Engenheiros do Hawaii, que hoje me agrada, do alto dos meus 11 anos, achei um tédio. Devolvi dizendo que não havia gostado e os vizinhos acharam graça na minha espontaneidade.

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16 • novembro • 2016

Uma coisa tem a ver com a outra


MESA CORRIDA – Apesar de ter me interessado logo de cara pela proposta de manter uma coluna de gastronomia e alimentação no Moda Sem Crise, confesso que uma dúvida pairou no ar: como poderei contribuir? Eu sou absolutamente leiga no universo da moda. Todos os dias saio de casa sem maquiagem, vestindo calça e camiseta mais necessariamente confortáveis do que bonitas. Nada de acessório, porque assim como a make, é proibido na cozinha e eu morro de preguiça do tira e põe na hora da troca de uniforme. Continue lendo


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