Arquivos As Colunistas — Página 2 de 7 — Moda Sem Crise
28 • abril • 2017

Antes de mais nada, viajo pra dentro


A VIAJANTE – Eu não tenho televisão. Tomei esta decisão há cerca de dois meses e estou me sentindo bem com isso. Antes, eu tinha. Mas quase nunca assistia. Eu não compro jornais nem revistas. Há alguns anos parei com esta prática. Estou fazendo um experimento temporário, que é ficar sem internet em casa (comecei a aprender malabares e tenho lido livros que estavam há anos nas prateleiras, aguardando por uma oportunidade).

Não me sinto alienada por isso. Impressionantemente, ainda assim fico sabendo de tudo que anda rolando por aí. Por outro lado, considero muito importante (e necessário) obter informações que auxiliarão em nossa vida, proporcionando desenvolvimento. Eu tenho buscado cada vez mais estar no comando do que coloco pra dentro de mim. Afinal, não é apenas de comida que nos nutrimos. É muito importante saber aonde colocamos nosso foco. Continue lendo


24 • abril • 2017

Sobre o alcoolismo: assunto que não se pode ignorar


CAUSE MARIA – Todos os que me acompanham e me seguem nas redes sociais e na vida sabem o quanto gosto de beber drinks e sempre dou um jeito de conhecer e experimentar novos. Tenho amigos “drinkeiros” e uma irmã que sempre deixam as minhas festas mais divertidas e com bebidas maravilhosas. O que poucos sabem é sobre a minha aversão ao alcoolismo e ao descontrole gerado por ele. Um pouco contraditório, mas é a verdade. Convivi com o alcoolismo em casa desde que nasci. Não me lembro,  até os meus 26 anos, de não ver o meu pai envolvido nisso.

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20 • abril • 2017

Be rebelious, eat dessert first


MESA CORRIDA – Se o restaurante é daqueles que apresentam o cardápio do lado de fora, então, pode ter certeza de que a minha decisão entre entrar ou não dependerá, em grande parte, do que me oferecem na lista de sobremesas. Sou uma amante de doces declarada e valorizo muito esta etapa da refeição. Já cheguei a entrar num estabelecimento pra almoçar só por causa do que vinha no final, um autêntico crème brûlée. Claro que antes de chegar ao meu “objeto de desejo”, passei por umas torradinhas de entrada e um pato com batatas como prato principal.  O que, numa análise posterior, me pareceu um despropósito, afinal, eu poderia ter começado pelo o que realmente interessava. Continue lendo


05 • abril • 2017

Picolé de Groselha


MESA CORRIDA – Aos três anos de idade, eu prendi o dedo da mão na porta do banheiro e perdi a unha do mindinho. Doeu muito! Mas a minha primeira grande dor na vida, eu só conheci um ano depois, quando fiquei sabendo que meu tão amado avô, não era meu avô biológico. “Aquele não é seu avô de verdade”, me contou alguém infeliz demais pra medir palavras ou respeitar a decisão dos meus pais de deixar essa verdade para mais tarde. Eu, tão pequenina, saí pela casa (que estava cheia de gente se preparando para o casamento do meu tio) num choro desesperado, querendo que alguém me dissesse que aquilo era mentira. Mas não era. Não conseguia encarar meu avô, porque tinha vergonha misturada ao sofrimento. Então, caí no colo dos meus pais, cobrando explicação para o que, naquele momento, era incompreensível pra mim. Continue lendo


04 • abril • 2017

Trinta e sete anos sem crise


CAUSE MARIA – Nunca tive muita preocupação com a minha idade, nem o sonho adolescente de atingir a maioridade e nem o pensando de poder voltar a algum ponto da vida.

Quando tinha uns dez anos, não conseguia me enxergar com mais de 20. Primeiro, porque naquela época, as pessoas de 20 anos pareciam muito mais velhas do que parecem hoje e também porque tínhamos o ano 2000 como o marcado para o fim do mundo, no qual eu acreditava. Continue lendo


28 • março • 2017

Saindo da forma


A VIAJANTE – Olá, pessoal! Como estão? Neste mês, dedico o espaço para compartilhar uma experiência profissional que transborda reflexão e aplicabilidade em outras esferas. Há mais de seis anos, registro, em vídeo, belas histórias de casais. Para cada tipo de atividade, se formos parar pra pensar, existe um tipo de inconsciente coletivo que nos faz ter ideia do que se trata e de como é feito. Somos capazes até de criar imagens mentais quando escutamos uma palavra que remeta à uma atividade. Ex: acupunturista. Imaginou algo, não é mesmo? Continue lendo


22 • março • 2017

Compra amarga


MESA CORRIDA – Eu escolhia jiló na banca do mercadinho quando duas mulheres de uns 70 anos pararam ao meu lado para comprar abobrinhas. Pela conversa, parecia que se encontraram ali por acaso, depois de um longo tempo sem se verem. E diante dos legumes, resolveram colocar o papo em dia. Durante os mais ou menos quatro minutos em que permaneci por perto, o assunto só envolvia infortúnios: a morte do marido da fulana, o casamento fracassado do sicrano, a doença de uma delas. Continue lendo


08 • março • 2017

Braço de merendeira


MESA CORRIDA – Posávamos para uma foto em grupo, quando uma das amigas disse firme para quem fotografava: “cuidado para eu não aparecer com braço de merendeira”. Mais que depressa, uma outra reforçou: “ah, é! Por favor!”. A partir daí, os segundos do clique viraram minutos, até que o display da câmera digital apresentasse uma imagem digna de ser postada na rede, ou seja, moças sem braços de merendeiras. “Braço de merendeira?”, era a primeira vez que eu escutava a expressão e minha pergunta teve resposta sussurrada entre os dentes: “é um braço gordo”.

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07 • março • 2017

Aquela sensualidade que não está só no corpo


CAUSE MARIA – Quando comecei a pensar em um tema para tratar nessa coluna, como sempre faço, resolvi buscar entre as coisas ao meu redor e, mais uma vez, esbarrei no assunto sensualidade. Como disse em outro texto da Cause Maria, demorei muito a encontrar e aceitar a minha sensualidade, porém este tema é algo que sempre apreciei. Gosto de observar as pessoas nas suas várias maneiras de serem sensuais, e muitas delas naturalmente. Continue lendo


28 • fevereiro • 2017

Caixinha de lembranças


A VIAJANTE – Era para ser uma retrospectiva. Mas admito que colocar as coisas em ordem não é meu forte. Este mês fiz anos, pessoal. E, como boa pisciana que sou, vez ou outra me enveredo pelas entranhas de meu ser, buscando me encontrar. Sou grande viajante. Caminho para dentro. Mas também me permito levar pelo fluxo frenético do mundo exterior (confesso que muitas vezes isso deixa meus miolos tal como um novelo de lã embolado). Continue lendo


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