Arquivos As Colunistas — Moda Sem Crise
09 • junho • 2017

Em época de mexerica, evite comer manga


MESA CORRIDA – É bem verdade que, no Brasil, grande parte dos alimentos pode ser encontrada em quase todos os meses do ano, mas às custas de mais trabalho, agrotóxicos e pesticidas. O que implica em um aumento no custo de produção e, evidentemente, no preço final que todos nós pagamos na feira. Mas a dinâmica não mexe só no bolso, há também outros prejuízos como poluição ambiental e danos graves à saúde do produtor e do consumidor, incluindo intoxicação e câncer. Continue lendo


08 • junho • 2017

Ignorância


A VIAJANTE – Dia desses peguei um táxi lotação pra subir a Afonso Pena (mais confortável e rápido que ônibus, mais barato que Uber ou Cabify). Quando passávamos pela praça Tiradentes, o motorista comentou: “Como está claro aqui, não?”. O outro passageiro deu prosseguimento: “Toda essa luz vem daquela super farmácia, dizem que vai ser 24h”. Há na esquina, uma farmácia prestes a ser inaugurada. Comecei então a refletir. Continue lendo


04 • maio • 2017

Sobre um espírito empreendedor


MESA CORRIDA – Aos 18 anos, eu queria abrir uma padaria. Meu pai tinha acabado de perder o emprego e eu de passar no vestibular para o curso de Comunicação. Pra mim, a saída para os nossos problemas financeiros era produzir e vender pães, bolos, biscoitos. E eu apostava tudo nos meus bolinhos de chuva. Os venderia quentinhos, em porções acompanhadas de um café com leite ou chá. E não teria como alguém resistir. Na minha casa ninguém resistia. Seria nosso maior sucesso, com certeza.

Consultei várias revistas especializadas em panificação e, em duas semanas, eu estava com a padaria pronta na minha cabeça. Tinha listado os equipamentos e a mobília que precisaríamos. Pensei na decoração e nos produtos a serem comercializados. E também já tinha idealizado o lugar. Apresentei o “megaprojeto” elaborado em 15 dias à minha família e, tão logo, meus pais me chamaram para a realidade: não tinha capital de investimento. E, talvez, o meu bolinho de chuva não fosse suficiente pra segurar os gastos de um estabelecimento daquele porte. Claro que teimei na proposta, mas vencida por duas mentes mais maduras e sensatas, engavetei o meu projeto e fui vender bijuterias para garantir uns trocados. Continue lendo


02 • maio • 2017

Empoderamento feminino: as quatro atitudes que você deve tomar imediatamente para alcançá-lo


ARTIGO – Empoderamento feminino nada mais é do que dar o poder pessoal às mulheres, enaltecê-las e fortalecer o seu poder pessoal e autoconfiança para que tenham a liberdade de fazer suas próprias escolhas, definir seus próprios objetivos e ter o controle da própria vida.

Mas isso não deveria ser rotina em nossas vidas?

Deveria, mas não é.

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28 • abril • 2017

Antes de mais nada, viajo pra dentro


A VIAJANTE – Eu não tenho televisão. Tomei esta decisão há cerca de dois meses e estou me sentindo bem com isso. Antes, eu tinha. Mas quase nunca assistia. Eu não compro jornais nem revistas. Há alguns anos parei com esta prática. Estou fazendo um experimento temporário, que é ficar sem internet em casa (comecei a aprender malabares e tenho lido livros que estavam há anos nas prateleiras, aguardando por uma oportunidade).

Não me sinto alienada por isso. Impressionantemente, ainda assim fico sabendo de tudo que anda rolando por aí. Por outro lado, considero muito importante (e necessário) obter informações que auxiliarão em nossa vida, proporcionando desenvolvimento. Eu tenho buscado cada vez mais estar no comando do que coloco pra dentro de mim. Afinal, não é apenas de comida que nos nutrimos. É muito importante saber aonde colocamos nosso foco. Continue lendo


24 • abril • 2017

Sobre o alcoolismo: assunto que não se pode ignorar


CAUSE MARIA – Todos os que me acompanham e me seguem nas redes sociais e na vida sabem o quanto gosto de beber drinks e sempre dou um jeito de conhecer e experimentar novos. Tenho amigos “drinkeiros” e uma irmã que sempre deixam as minhas festas mais divertidas e com bebidas maravilhosas. O que poucos sabem é sobre a minha aversão ao alcoolismo e ao descontrole gerado por ele. Um pouco contraditório, mas é a verdade. Convivi com o alcoolismo em casa desde que nasci. Não me lembro,  até os meus 26 anos, de não ver o meu pai envolvido nisso.

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20 • abril • 2017

Be rebelious, eat dessert first


MESA CORRIDA – Se o restaurante é daqueles que apresentam o cardápio do lado de fora, então, pode ter certeza de que a minha decisão entre entrar ou não dependerá, em grande parte, do que me oferecem na lista de sobremesas. Sou uma amante de doces declarada e valorizo muito esta etapa da refeição. Já cheguei a entrar num estabelecimento pra almoçar só por causa do que vinha no final, um autêntico crème brûlée. Claro que antes de chegar ao meu “objeto de desejo”, passei por umas torradinhas de entrada e um pato com batatas como prato principal.  O que, numa análise posterior, me pareceu um despropósito, afinal, eu poderia ter começado pelo o que realmente interessava. Continue lendo


05 • abril • 2017

Picolé de Groselha


MESA CORRIDA – Aos três anos de idade, eu prendi o dedo da mão na porta do banheiro e perdi a unha do mindinho. Doeu muito! Mas a minha primeira grande dor na vida, eu só conheci um ano depois, quando fiquei sabendo que meu tão amado avô, não era meu avô biológico. “Aquele não é seu avô de verdade”, me contou alguém infeliz demais pra medir palavras ou respeitar a decisão dos meus pais de deixar essa verdade para mais tarde. Eu, tão pequenina, saí pela casa (que estava cheia de gente se preparando para o casamento do meu tio) num choro desesperado, querendo que alguém me dissesse que aquilo era mentira. Mas não era. Não conseguia encarar meu avô, porque tinha vergonha misturada ao sofrimento. Então, caí no colo dos meus pais, cobrando explicação para o que, naquele momento, era incompreensível pra mim. Continue lendo


04 • abril • 2017

Trinta e sete anos sem crise


CAUSE MARIA – Nunca tive muita preocupação com a minha idade, nem o sonho adolescente de atingir a maioridade e nem o pensando de poder voltar a algum ponto da vida.

Quando tinha uns dez anos, não conseguia me enxergar com mais de 20. Primeiro, porque naquela época, as pessoas de 20 anos pareciam muito mais velhas do que parecem hoje e também porque tínhamos o ano 2000 como o marcado para o fim do mundo, no qual eu acreditava. Continue lendo


28 • março • 2017

Saindo da forma


A VIAJANTE – Olá, pessoal! Como estão? Neste mês, dedico o espaço para compartilhar uma experiência profissional que transborda reflexão e aplicabilidade em outras esferas. Há mais de seis anos, registro, em vídeo, belas histórias de casais. Para cada tipo de atividade, se formos parar pra pensar, existe um tipo de inconsciente coletivo que nos faz ter ideia do que se trata e de como é feito. Somos capazes até de criar imagens mentais quando escutamos uma palavra que remeta à uma atividade. Ex: acupunturista. Imaginou algo, não é mesmo? Continue lendo


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